QUEM SOMOS

O PPG Informativo é um jornal comunitário criado em 2014 no Pavão–Pavãozinho e Cantagalo. Somos uma iniciativa de comunicação popular, feita por mulheres pretas e periféricas para fortalecer direitos e dar voz ao território.

Criado por Ana Muza, o PPG nasceu da necessidade de democratizar a informação nas favelas do PPG. Transformamos as redes sociais em ferramenta de mobilização e nos tornamos a única rede de informação local contínua do território.

Nossa atuação recebeu reconhecimento nacional:

O QUE FAZEMOS

Jornalismo comunitário

Cobertura de eventos

Campanhas sociais

Rede de informação via WhatsApp

Apoio ao comércio local

Mediação com instituições

Participação em fóruns e debates

Missão

Fortalecer a comunicação popular, registrar vivências e criar oportunidades para o território, sempre pelo olhar das mulheres crias de favela.

Visão

Ser referência nacional em comunicação comunitária e jornalismo de solução.

Valores

Compromisso comunitário – estar a serviço das necessidades reais do território.
Transparência e credibilidade – checar e validar todas as informações.
Resistência e autonomia – manter a voz independente da favela.
Valorização da mulher negra – protagonismo de mulheres pretas, periféricas e faveladas.
Solidariedade e coletividade – comunicação como prática de cuidado e bem viver.
Inovação popular – usar tecnologia e redes sociais como ferramentas acessíveis para transformação social.

nossa equipe

Ana Muza

Mulher preta, lésbica, comunicadora popular e fundadora do PPG Informativo, veiculo de comunicação comunitária que atua no Pavão Pavãozinho e Cantagalo desde setembro de 2014, produzindo narrativas antirracistas que fortalecem o protagonismo preto, a cultura de favelas e as mulheres do território

Leila Oliveira

Mulher negra, mãe solo de quatro filhos e avó de cinco netos. Atua na comunidade do Cantagalo como voluntária do jornal local PPG Informativo. É confeiteira, evangélica e uma das lideranças comunitárias na divulgação de informações junto ao jornal.

Maísa Nascimento

Mulher preta, mãe, avó, massoterapeuta e comunicadora popular. Voluntária do PPG Informativo, veículo de comunicação popular que atua no Pavão, Pavãozinho e Cantagalo desde 2014. Atua fortalecendo o protagonismo preto, a cultura da favela e as mulheres do território.

Maryane Teixeira

Mãe, esposa e cuidadora dedicada do lar, atua profissionalmente no atendimento ao público sob regime CLT. Sua dedicação foi reconhecida com uma Moção Honrosa da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Voluntária ativa no Jornal Comunitário PPG Informativo, destaca-se pela comunicação eficaz, espírito solidário, esforço e compromisso em servir à comunidade, sempre ao lado de outras grandes mulheres.

Myrela Matos

Mulher trans, moradora da comunidade PPG e voluntária de coração no Informativo PPG. Ativista pelos direitos humanos, atua na promoção da cidadania e inclusão social. Atualmente, é assessora de gabinete na Coordenadoria Executiva da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro (CEDS-Rio). É formada em Administração de Empresas pela Faculdade Cândido Mendes e se especializa em Direitos Humanos e Gestão de Pessoas, unindo vivência e formação para transformar realidades.

Paula Mesquita

Nascida e criada no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo (PPG), é articuladora e empreendedora social, comunicadora, terapeuta floral, mentora e oficineira da Secretaria Estadual da Mulher. Idealizadora da Feira de Empreendedorismo Feminino “Vamos Juntas” , atua fortalecendo redes de mulheres e impulsionando iniciativas de geração de renda e desenvolvimento pessoal.

Pérola Nogueira

Comunicadora em formação e apaixonada por histórias que conectam pessoas. Cursa Marketing na Universidade Veiga de Almeida e atua na gestão de mídias sociais da Mais Caminhos. Hoje, segue unindo marketing e jornalismo para transformar ideias em impacto social.

“Acreditamos em um futuro onde…

As mulheres das favelas não serão coadjuvantes, mas protagonistas de suas histórias.

Somos nós que movemos o território, criamos, cuidamos, trabalhamos e transformamos.

Com o seu apoio, cada mulher formada se torna mais uma voz ativa, uma liderança capaz de mudar realidades. Investir em nós é acreditar no poder da favela, na força feminina e no impacto da comunicação feita por quem vive a história todos os dias.”